Este é um tempo em que heróis surgem em todos os cantos! É uma era onde a morte e a esperança coexistem! É o momento em que o velho ordenamento e o fogo da nova civilização se confrontam! A federação decadente, o império fervoroso, o domínio obstinado da autoridade divina, e as raças estrangeiras inquietas — que tipo de grandiosa epopeia será escrita por eles?
Escuridão.
Profunda, muito profunda, sem fundo, sem um traço de luz.
No meio desse breu infinito, uma sensação sufocante de dor se fazia presente, acompanhada por uma impressão constante de queda, impossível de resistir.
Que sentimento desesperador, impotente e terrível era esse.
Foi então que, no abismo distante, um brilho tênue surgiu de repente.
Uma luz etérea, que foi crescendo aos poucos, tornando-se cada vez mais nítida, até que todo o mundo se tingiu de cor.
No instante em que as cores se fixaram, um par de olhos se abriu.
Paredes antigas apareceram diante do olhar, enquanto a sensação de sufocamento e a dor ainda inundavam o cérebro.
Com dificuldade, ele ergueu a cabeça, e de relance viu uma corda esticada.
Era possível ver, naquele momento, um jovem vestido com o uniforme azul e branco da escola pendurado pela corda, o rosto completamente arroxeado.
“Ah!”
O jovem arregalou os olhos, lutando com todas as forças. Não sabia exatamente o que estava acontecendo, mas não queria morrer enforcado.
A corda rangia com o vigor das tentativas de escapar, balançando de um lado para o outro.
Infelizmente, tudo parecia em vão; a corda afundava cada vez mais na carne do pescoço, e o sufocamento intenso fazia os olhos do rapaz revirarem.
Porém, quando estava prestes a não aguentar mais...
Crac!
O antigo teto de aço desabou com estrondo.
Com um grande baque, o jovem caiu pesadamente sobre a pilha de objetos no chão.
O barulho estrondoso se destacou na quietude da noite.