Renascida, o casamento militar é tão doce: o capitão dos bombeiros a abraça pela cintura e a mima

Renascida, o casamento militar é tão doce: o capitão dos bombeiros a abraça pela cintura e a mima

Autor: Grande Tanuki do Vinho de Arroz

[Época + casamento militar + renascimento + duplo final feliz + romance doce] A empresária Tang Xiaoxiao viveu até os 80 anos, mas, quando morreu, foi informada de que o bombeiro que a salvou durante o terremoto ficou com uma lesão na perna e viveu incapacitado pelo resto da vida depois de a resgatar. Perguntaram a ela: queria ir ajudar a curar a perna do seu benfeitor ou reencarnar? Que pergunta tola — é claro que ela ia tratar a perna dele! Depois de renascer, Tang Xiaoxiao foi para o campo, justamente para a cidade natal do seu salvador. Song Jinzhi: “Camarada Tang, eu não preciso da sua gratidão, volte para casa.” Tang Xiaoxiao: “Se você não me deixar ficar, amanhã eu saio por aí dizendo que nós tivemos contato íntimo, e você terá de assumir a responsabilidade por mim.” Song Jinzhi: “...” Song Jinzhi: “Camarada Tang, fique com este dinheiro. Eu não posso gastar o seu dinheiro.” Tang Xiaoxiao: “Ótimo, então considere isso o dote que a sua família me deu.” Song Jinzhi: “...” Tang Xiaoxiao descobriu que Song Jinzhi corava até as orelhas com a menor investida. Quanto mais ela o provocava, mais viciada ficava. Até que, certo dia, Song Jinzhi a encurralou num canto da parede: “Xiaoxiao, você me provocou por tanto tempo... não acha que agora é a minha vez?” Ei, ei, cadê o rapaz puro e inocente de antes? Como é que ele virou um lobo? [No começo, a protagonista vai para o campo; mais tarde, segue o marido para o exército. Tanto a linha profissional da protagonista quanto a do protagonista serão desenvolvidas.]

Renascida, o casamento militar é tão doce: o capitão dos bombeiros a abraça pela cintura e a mima

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Capítulo 1: De volta a 1976

Em 2038, Tang Xiaoxiao, uma empresária e filantropa de oitenta anos, chegou ao fim de sua vida em paz.

— Moça, você precisa viver bem. Só vivendo existe esperança.

Tang Xiaoxiao despertou em um espaço etéreo, onde só havia um branco infinito.

— Eu não morri?

Ela olhou ao redor, curiosa.

— Morreu.

Uma voz ecoou no vazio, e, diante dela, surgiu uma borboleta colorida.

— Quem é você?

— Você ainda se lembra dele?

A borboleta bateu as asas diante dela, e então uma cena se abriu no ar.

Era uma lembrança vivida por Tang Xiaoxiao com cada fibra do corpo.

Sessenta e dois anos antes, aos dezoito, recém-formada no ensino médio, ela havia sido enviada para o campo em Xu Shan como jovem instruída.

Naquele dia, Xu Shan foi atingida por um terremoto, e oitenta por cento da cidade virou ruínas.

Ela teve sorte: estava entre os vinte por cento que sobreviveram. Não partiu como os outros; permaneceu em Xu Shan ajudando nos trabalhos de resgate.

E também teve azar: veio uma réplica. Ela viu uma casa baixa desabando em sua direção e ficou paralisada.

Foi então que uma silhueta em uniforme de bombeiro correu até ela, lançou-se sobre seu corpo e a protegeu sob si.

Ela o conhecia. Era um dos primeiros socorristas a chegar. Parecia chamar-se Song Jingzhi, um jovem alto e de feições firmes.

De repente, tudo diante de seus olhos mergulhou na escuridão. Ela não via mais nada; o medo encheu-lhe o coração e os nervos, e começou a chorar.

— Não chore.

Acima dela, soou a voz dele, grave, li

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