Os doze animais do zodíaco, também chamados de doze signos, têm, ao longo do desenvolvimento da civilização chinesa, várias histórias associadas à sua cultura. Neste artigo, o autor Neng Ziyuan reuniu uma ótima história mítica (ou conto de fadas) para todos, na esperança de lhes trazer alegria!
Os troncos celestes e os ramos terrestres, abreviados como troncos e ramos, eram, na China da mais remota antiguidade, uma forma de observação dos fenômenos do céu. Os dez troncos celestes: Jia, Yi, Bing, Ding, Wu, Ji, Geng, Xin, Ren e Gui, em combinação sucessiva com os doze ramos terrestres: Zi, Chou, Yin, Mao, Chen, Si, Wu, Wei, Shen, You, Xu e Hai, formaram sessenta combinações, constituindo o sistema chinês de contagem do tempo pelos troncos e ramos.
A invenção desse sistema exerceu influência profunda, e seu uso tornou-se amplíssimo. Já no lendário tempo dos soberanos celestiais, havia os primórdios de um calendário e das divisões sazonais baseados em troncos e ramos. Mais tarde, os chineses transformaram os doze ramos terrestres em doze animais simbólicos, também chamados doze signos, correspondendo assim: rato, boi, tigre, coelho, dragão, serpente, cavalo, carneiro, macaco, galo, cão e porco.
As lendas sobre os doze signos são muitas e variadas; aqui, valendo-me da experiência de estudo, vou contá-las de maneira um tanto divertida. Dizem que o Imperador de Jade, tomando por critério as contribuições dos seres vivos à humanidade e à natureza, bem como a capacidade de servir fielmente aos homens no futuro, decidiu organizar uma disputa para selecionar funcionários exemplares. Os escolhidos seriam nomeados doze signos do zodíaco e, ao mesmo tempo, fundariam a Sociedade de Serviços ao Povo.
Assim, o Imperador de Jade convocou todos os ministros civis e militares e fez uma seleção cuidadosa. No fim, os doze escolhidos ficaram assim: boi velho, elefan