【fortes os dois + identidade oculta + romance doce sem sofrimento + amor à primeira vista + encontro mútuo】 Su Shiwen, a preciosa menina dos olhos da família Su em A Cidade, é decidida em tudo o que faz, sem enrolação. Todos sabem que, após voltar do exterior, ela entraria para a empresa da família, mas, no fim, ela decepcionou muita gente. Mo Yan, herdeiro do Grupo Mo de A Cidade, além de frio e implacável, também não se interessa por mulheres, sendo chamado de “a árvore de ferro milenar”. Depois de dois encontros inesperados, ela, sem perceber, entrou no coração dele. Ao voltar ao país, ele a convidou para seu aniversário e a levou para conhecer a família dele. No banquete de reconhecimento de parentesco da irmã dela, a amiga dela disse: “Sr. Mo, o senhor está mesmo tentando conquistar a nossa Shishi?” Ele respondeu: “Tenho essa intenção. Só não sei se a senhorita Su estaria disposta a me dar uma chance?” Mais tarde, ele a acompanhou ao exterior. Disse: “Wen'er, aceita ser minha namorada?” Ela respondeu: “Posso aceitar, mas eu não tolero a menor impureza nos meus olhos, e meu temperamento é péssimo. Pense bem antes de decidir, tá?” Ela disse: “Eu nunca pratiquei isso, como é que eu vou saber respirar?” Ele disse: “Tudo bem, eu ensino você.” No convívio dos dois, ele descobriu que os disfarces dela eram muitos. Mais tarde, todos suspiraram: então essa era a verdadeira face da senhorita Su! Os dois são mesmo o casal perfeito, um talento e uma beleza, feitos um para o outro! (P.S.: o conteúdo da novela é fictício, em um cenário inventado, sem qualquer referência real. Não leve isso a sério.)
A Montanha Heirao se erguia sombria, coberta por copas verdejantes; o chão era tomado por ervas daninhas, irregular e esburacado, enquanto a trilha serpenteava em curvas sem fim.
De súbito, tiros ecoaram não muito longe, tornando a mata sinistra ainda mais aterradora; até o céu, naquele instante, pareceu mergulhar na escuridão.
Su Shiwen trajava um uniforme tático especial que se confundia com o ambiente ao redor, e movia-se com agilidade entre as árvores.
Ao alcançar a área dos disparos, escondeu-se num trecho de capim viçoso, fitando tudo à frente com um olhar gélido.
Alguns estrangeiros de aparência brutal apontavam armas para um homem de feições delicadas e diziam com grosseria: “Entregue o pen drive e lhe pouparemos a vida. Caso contrário, hoje será o seu fim.”
Esse homem de aspecto refinado era Mo Pei, o segundo filho da família Mo, de Cidade A, e pesquisador especial de um instituto de pesquisas de Cidade G. Ele fora perseguido por estrangeiros porque, pouco tempo antes, seu projeto científico obtivera êxito em um teste preliminar. Diziam que se tratava de uma pílula especial capaz de beneficiar a humanidade, mas havia um defeito: se a dosagem não fosse controlada com precisão, perturbava a mente de quem a tomasse.
Por isso, a pesquisa ainda precisava ser aperfeiçoada. Contudo, logo após o sucesso inicial, alguém vazou a informação, atraindo cobiça alheia.
“Em? Vocês? Não são dignos nem disso.” Mo Pei não demonstrou a menor consideração, e seus olhos estavam cheios de desdém.
O estrangeiro de cabelo loiro ergueu a pi